Meus amigos, estou totalmente sem tempo, mas gostaria apenas de deixar um pensamento.
É impressionante como estamos em um momento excelente para investir, visando o longo prazo...
- Renda Fixa com juros altos e perspectiva de subir um pouco mais e manter por um tempo razoável
- Alguns Fundos Imobiliários cairam e estão em promoção com ótimos Yields
- Ações de ótimas companhias, muito lucrativas e com boas perspectivas fuituras muito baratas.
Dá pra ganhar dinheiro em todos os mercados.
É nos momentos de crise que aparecem as melhores opções de investimentos. Estamos tendo ótimas promoções. Quem sabe nos próximos meses podemos ter um grande saldão.....
Abs
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Excelente momento para Investir
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Economia
sábado, 4 de junho de 2011
Ações X BOVA11 X PIBB11
A carteira de ações completou um ano e chegou o momento de fazer uma análise mais detalhada; vejamos os resultados mensais e acumulados durante o período de 1 ano e façamos uma comparação com o Ibovespa (BOVA11) e o IBRX50 (PIBB11).
A primeira coluna é o retorno mensal; a segunda o retorno acumulado.
Podemos ver que estes últimos 12 meses foram um período difícil pros investidores em ações; muita volatilidade e retorno baixo. Certamente o desempenho da carteira de ações está longe de ser bom, perdendo do CDI. Apesar de tudo a carteira de ações conseguiu um desempenho positivo em um período difícil e ficou acima do BOVA11 e do PIBB11.
Desempenho abaixo do BOVA11: 6 meses
Desempenho acima do BOVA11: 6 meses
Vejamos um gráfico comparativo:
Algumas análises simples, sem maiores calculos do desempenho (estou sem tempo):
- A carteira de ações foi bem mais volátil que o Ibovespa, com perdas maiores e eventualmente ganhos maiores; no final o saldo foi positivo, mas sem grandes diferenças; sem fazer nenhum calculo (até por que a amostra é muito pequena) eu diria que esta diferença não é estatisticamente significante.
- Qual o motivo da performance melhor que o BOVA11 e o PIBB11? Será por que sou um excelente gestor de ações?? Longe disto. Sorte?? Talvez. Na verdade, acho que o principal motivo foi que minha carteira de ações era bem mais concentrada e com algumas small caps e consequentemente tinha um risco bem maior que o IBOV. Este risco maior se traduziu em um retorno ligeiramente melhor.
- Este exemplo mostra como a curva de risco/retorno é assimétrica; ou seja, voce se expõe a muito mais risco e o retorno é só ligeiramente superior (quando é superior).
- Agora analisando pelo lado do custoxbeneficio, os ETFs ganham fácil pois a minha carteira dispendeu muito tempo gasto em análises de empresas, leitura de balanços, acompanhamento, contra uma gestão passiva de um ETF; além de um maior nível de stress.
- Este pequeno ganho em relação ao BOVA11 e PIBB11 financeiramente não compensa; pelo menos para o tamanho da minha carteira de ações (~160K). Se tivesse dedicado este tempo a minha carreira teria ganho mais dinheiro.
- Outro ponto é que eu teria tido um retorno similar ou até melhor com um mix de BOVA11 e SMAL11, que teve um desempenho bem melhor no período.
Obviamente não da pra extrapolar o retorno ligeiramente melhor da carteira para o futuro. A chance de ganhar do BOVA11 e PIBB11 no longo prazo é bem pequena.
Concluindo, a gestão de uma carteira de ações da muito trabalho e a grande maioria dos investidores provavelmente estaria mais bem servido com um ETF. Investindo em um ETF o investidor tem uma carteira de ações mais diversificada, com menor risco, com uma relação de risco X retorno melhor e sem dispender muito tempo em gestão/acompanhamento.
Não que seja impossível ganhar do indice. Só não é fácil. Exige muita dedicação, possivelmente integral. Além de exigir conhecimentos profundos de economia, contabilidade e análise de empresas. Se voce trabalha no mercado financeiro, ótimo. Mas se voce trabalha em outro ramo, a melhor maneira de ficar rico é se dedicar a sua profissão ou ao seu negócio, para que possa ganhar muito dinheiro e então aplicar este dinheiro em um fundo passivo.
Após esta análise anual decidi vender minhas ações individuais e voltar a aplicar em ETFs. O maior motivo é pessoal - estou iniciando um novo projeto e preciso me dedicar integralmente a ele, não podendo perder tempo com análises de empresas. Então é muito mais prático deixar a carteira em piloto automático em um ETF.
Abs
A primeira coluna é o retorno mensal; a segunda o retorno acumulado.
Podemos ver que estes últimos 12 meses foram um período difícil pros investidores em ações; muita volatilidade e retorno baixo. Certamente o desempenho da carteira de ações está longe de ser bom, perdendo do CDI. Apesar de tudo a carteira de ações conseguiu um desempenho positivo em um período difícil e ficou acima do BOVA11 e do PIBB11.
Desempenho abaixo do BOVA11: 6 meses
Desempenho acima do BOVA11: 6 meses
Vejamos um gráfico comparativo:
Algumas análises simples, sem maiores calculos do desempenho (estou sem tempo):
- A carteira de ações foi bem mais volátil que o Ibovespa, com perdas maiores e eventualmente ganhos maiores; no final o saldo foi positivo, mas sem grandes diferenças; sem fazer nenhum calculo (até por que a amostra é muito pequena) eu diria que esta diferença não é estatisticamente significante.
- Qual o motivo da performance melhor que o BOVA11 e o PIBB11? Será por que sou um excelente gestor de ações?? Longe disto. Sorte?? Talvez. Na verdade, acho que o principal motivo foi que minha carteira de ações era bem mais concentrada e com algumas small caps e consequentemente tinha um risco bem maior que o IBOV. Este risco maior se traduziu em um retorno ligeiramente melhor.
- Este exemplo mostra como a curva de risco/retorno é assimétrica; ou seja, voce se expõe a muito mais risco e o retorno é só ligeiramente superior (quando é superior).
- Agora analisando pelo lado do custoxbeneficio, os ETFs ganham fácil pois a minha carteira dispendeu muito tempo gasto em análises de empresas, leitura de balanços, acompanhamento, contra uma gestão passiva de um ETF; além de um maior nível de stress.
- Este pequeno ganho em relação ao BOVA11 e PIBB11 financeiramente não compensa; pelo menos para o tamanho da minha carteira de ações (~160K). Se tivesse dedicado este tempo a minha carreira teria ganho mais dinheiro.
- Outro ponto é que eu teria tido um retorno similar ou até melhor com um mix de BOVA11 e SMAL11, que teve um desempenho bem melhor no período.
Obviamente não da pra extrapolar o retorno ligeiramente melhor da carteira para o futuro. A chance de ganhar do BOVA11 e PIBB11 no longo prazo é bem pequena.
Concluindo, a gestão de uma carteira de ações da muito trabalho e a grande maioria dos investidores provavelmente estaria mais bem servido com um ETF. Investindo em um ETF o investidor tem uma carteira de ações mais diversificada, com menor risco, com uma relação de risco X retorno melhor e sem dispender muito tempo em gestão/acompanhamento.
Não que seja impossível ganhar do indice. Só não é fácil. Exige muita dedicação, possivelmente integral. Além de exigir conhecimentos profundos de economia, contabilidade e análise de empresas. Se voce trabalha no mercado financeiro, ótimo. Mas se voce trabalha em outro ramo, a melhor maneira de ficar rico é se dedicar a sua profissão ou ao seu negócio, para que possa ganhar muito dinheiro e então aplicar este dinheiro em um fundo passivo.
Após esta análise anual decidi vender minhas ações individuais e voltar a aplicar em ETFs. O maior motivo é pessoal - estou iniciando um novo projeto e preciso me dedicar integralmente a ele, não podendo perder tempo com análises de empresas. Então é muito mais prático deixar a carteira em piloto automático em um ETF.
Abs
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Resultados de Maio/2011
Pessoal, iniciei um novo projeto pessoal e estou totalmente sem tempo; assim os resultados de maio vão ser bem resumidos.
Este mês apliquei R$ 3.000,00
Resultados: - 0,73%
E uma análise dos últimos 12 meses da carteira como um todo X CDI
Vou ver se esta semana consigo um tempo para postar uma análise detalhada da carteira de ações X BOVA11 X PIBB11 que fiz.
Abs
Este mês apliquei R$ 3.000,00
Resultados: - 0,73%
E uma análise dos últimos 12 meses da carteira como um todo X CDI
Abs
sábado, 21 de maio de 2011
Mudança da alocação
Em vista da bolsa estar relativamente barata (no meu ponto de vista) analisando indicadores fundamentalistas, especialmente o P/L, resolvi mudar a minha alocação padrão.
Anterior: Ações 33%; Renda Fixa 33%; Fundos Imobiliários 33%
Nova: Ações: 50%; Renda Fixa 15%; Fundos Imobiliários 35%
Maiores detalhes na atualização mensal.
Abs
Anterior: Ações 33%; Renda Fixa 33%; Fundos Imobiliários 33%
Nova: Ações: 50%; Renda Fixa 15%; Fundos Imobiliários 35%
Maiores detalhes na atualização mensal.
Abs
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Ações em queda - o que fazer??
O mercado de ações vem testando os nervos dos investidores com sucessivas quedas. O que fazer nestas horas? Aqui vão uma série de sugestões:
1- Primeiro é importante manter a calma e procurar agir racionalmente e não de maneira emotiva e impulsiva.
2- A queda na bolsa não é pura manipulação como muitos acham, apesar de não podermos descartar que não haja nenhuma manipulação. Geralmente existem bons motivos para as quedas. Se voce não sabe o por que daquela determinada ação está caindo então é bom procurar se informar, ler sobre o cenário econômico nacional e internacional, para que possa tomar decisões bem fundamentadas. A economia está sempre mudando. Setores que antes eram bons agora podem não ser mais. É preciso se adaptar aos novos tempos.
3- Reveja seu plano de investimentos e o seu percentual de alocação em ações. Muitas pessoas acham que tem uma tolerânca ao risco alta, mas na hora da queda da bolsa acabam não suportando as perdas e saindo no pior momento possível. Se sua alocação em ações está muito alta para voce e voce só descobriu agora, este não é o melhor momento de vender as ações; vá colocando qualquer novo dinheiro na renda fixa e assim que a bolsa voltar a subir reajuste o seu portfolio para um nível mais condizente com sua tolerância ao risco.
4- Reveja as ações em que está investindo. Relembre por que investiu naquela companhia. Leia os últimos balanços da companhia. Eles vieram bons ou a companhia não está indo bem? Como está o setor? Existem boas perspectivas para o futuro? Será que a tese de investimento ainda está firme? Se sim não há motivos para entrar em pânico. Contudo se a companhia não está bem, se o setor não está bom ou se as perspectivas para o futuro estão ruins, talvez seja a hora de vender.
5- Não acredite naquela estória de que se voce não realizar não é prejuizo. Se voce tem a ação e está caindo voce está tendo prejuízo. Ponto. Não se engane!. Não adianta tapar o sol com a peneira. É melhor analisar o motivo da queda para que possa tomar uma decisão consciente.
6- Quando vender uma ação? Resumidamente:
- Quando ocorreram mudanças no setor ou na empresa que mudaram sua tese de investimento e as perspectivas futuras não são boas.
- Quando existe uma melhor oportunidade em outra empresa/setor.
7- Lembre-se de que voce não precisa recuperar o dinheiro na mesma empresa. Se voce investiu em uma empresa que não está indo bem e existe outra empresa que está em uma ótima fase, então é bem mais provável que voce recupere o seu dinheiro investindo na empresa promissora.
8- Agora se voce tem uma reserva de emergências; se tem uma alocação adequada ao seu perfil, se as empresas em que investiu estão indo bem, com bons lucros e boas perspectivas futuras; fique tranquilo que em algum momento elas recuperam. Procure se manter no seu plano!
9- Se possível e se voce tiver estômago para isso, procure aumentar os seus investimentos na bolsa, pois é nestas horas de liquidação que aparecem várias pechinchas no mercado.
Abs
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Ações
terça-feira, 10 de maio de 2011
Mercado de ações brasileiro é pouco confiável
O Brasil tem sido no último ano uma das piores bolsas do mundo. Vejam os dados que coletei do Yahoo finance (resutados em um ano):
Ibovespa: -1,27%
Estados Unidos: Apresentando recessão, Deficits altos e desemprego forte.
- Dow Jones: +17,61%;
- SP500: +16,09%
América Latina: Devíamos aprender algo com nossos "hermanos"
- Argentina: Merval+45,1%
- México: IPC: +9,88%
- Chile: IPSA: +25,21%
Europa: Mesmo com toda a crise na europa com os PIGGS as bolsa europeias vem batendo fácil o IBOV
- Inglaterra: FTSE100: +10,31%
- França: CAC40: + 7,71%
- Alemanha: DAX: +23,14%
Asia:
- China: Changai Composite: +6,44%
- Hong Kong: Hang Seng: +14,24%
- India: BSE Sensex: +6,92%
- Coreia: KOSPI: +27,51%
Japão: Nikkei 225: -6,99%
Finalmente conseguimos ganhar de alguem; só que aqui não teve nenhum terremoto com tsunami e acidente nuclear.
É óbvio que o mundo está passando por vários problemas, nos Estados Unidos, Europa, Oriente Médio e África; mas também é óbvio, pela análise comparativa, que a Bovespa vem caindo principalmente devido a fatores locais. Que fatores seriam estes?
Acredito que são principalmente dois problemas que estão interligados:
1) Gestão Político-Econômica equivocada:
- O governo expandiu muito a base monetária a fim de sair mais rápido da crise e também para eleger o sucessor de Lula; isto gerou Inflação;
- Carga tributária muito alta; produtos caros e pouco competitivos;
- Falta de investimentos adequados em infra-estrutura;
- Baixo investimento em educação
2) Intervenção frequente nos mercados financeiros:
- Ingerência do governo sobre o Banco Central (promovendo uma politica de juros mais branda);
- Intervenção constante do governo no cambio (mudanças do IOF e várias ameaças de novas medidas);
- Intervenção direta em empresas "privadas": Mudança no marco regulatório do petroleo; Capitalização da Petrobras com grande prejuizo aos minoritários; Intervenção na direção da Vale
Todos estes fatores criam um ambiente de incerteza que acaba afugentando os investidores estrangeiros do Brasil.
Além de tudo isto, segundo artigo transcrito abaixo, existem muitos "conflitos de interesse" na Bolsa brasileira, pois os grandes gestores de fundos de pensão são indicados por políticos.
Abs
Ibovespa: -1,27%
Estados Unidos: Apresentando recessão, Deficits altos e desemprego forte.
- Dow Jones: +17,61%;
- SP500: +16,09%
América Latina: Devíamos aprender algo com nossos "hermanos"
- Argentina: Merval+45,1%
- México: IPC: +9,88%
- Chile: IPSA: +25,21%
Europa: Mesmo com toda a crise na europa com os PIGGS as bolsa europeias vem batendo fácil o IBOV
- Inglaterra: FTSE100: +10,31%
- França: CAC40: + 7,71%
- Alemanha: DAX: +23,14%
Asia:
- China: Changai Composite: +6,44%
- Hong Kong: Hang Seng: +14,24%
- India: BSE Sensex: +6,92%
- Coreia: KOSPI: +27,51%
Japão: Nikkei 225: -6,99%
Finalmente conseguimos ganhar de alguem; só que aqui não teve nenhum terremoto com tsunami e acidente nuclear.
É óbvio que o mundo está passando por vários problemas, nos Estados Unidos, Europa, Oriente Médio e África; mas também é óbvio, pela análise comparativa, que a Bovespa vem caindo principalmente devido a fatores locais. Que fatores seriam estes?
Acredito que são principalmente dois problemas que estão interligados:
1) Gestão Político-Econômica equivocada:
- O governo expandiu muito a base monetária a fim de sair mais rápido da crise e também para eleger o sucessor de Lula; isto gerou Inflação;
- Carga tributária muito alta; produtos caros e pouco competitivos;
- Falta de investimentos adequados em infra-estrutura;
- Baixo investimento em educação
2) Intervenção frequente nos mercados financeiros:
- Ingerência do governo sobre o Banco Central (promovendo uma politica de juros mais branda);
- Intervenção constante do governo no cambio (mudanças do IOF e várias ameaças de novas medidas);
- Intervenção direta em empresas "privadas": Mudança no marco regulatório do petroleo; Capitalização da Petrobras com grande prejuizo aos minoritários; Intervenção na direção da Vale
Todos estes fatores criam um ambiente de incerteza que acaba afugentando os investidores estrangeiros do Brasil.
Além de tudo isto, segundo artigo transcrito abaixo, existem muitos "conflitos de interesse" na Bolsa brasileira, pois os grandes gestores de fundos de pensão são indicados por políticos.
Abs
Caso VALE: troca de presidente refere-se a fatos investigados na SEC e no FBI há mais de 5
Enquanto o mercado observou a troca de comando da VALE, sob os holofotes de influência ou não do Ministro Guido Mantega, da interferência ou não do ex-presidente Lula ou mesmo dos Presidente do Bradesco ou da PREVI, poucos investidores nacionais e internacionais perceberam a realidade envolvida.
As circunstâncias que envolveram a saída do Presidente Roger Agnelli e a posse do Dr. Murilo Ferreira revelam algo muito mais sério. Conforme já vem sendo investigado, desde de 2008, em processos na SEC (Comissão de Valores Mobiliários dos EUA) sob os nºs 676.560.200, 323.950.536. e 207.648.893.4; na NYSE (Bolsa de Valores de Nova Iorque) nº 676.560.196 e no FBI, existem provas definitivas de que o Brasil é um mercado perigoso e pouco confiável. Os players brasileiros estão organizados de maneira que violam regras internacionais, em que pese estarem inseridos em negócios e bolsas globais.
O problema não é quem manda na VALE, mas sim o fato incontroverso de que a maior parte dos negócios feitos a partir da BOVESPA, ou mesmo as fusões e incorporações internacionais abrangendo grandes empresas brasileiras envolvem, 90% das vezes, mais de U$ 250 bilhões administrados pelos 34 maiores fundos de previdência privados do Brasil, entre eles PETROS, PREVI, FUNCEF, mais os Fundos de Investimento em Ações dos clientes da Caixa Econômica Federal (aprox.U$ 90 bilhões), os Fundos de Investimento em Ações do Banco do Brasil (aprox. U$ 120 bilhões) e os fundos de participações organizados pelo BNDESPAR e pelo BNDES (com mais de U$ 150 bilhões de capital e participações) - fonte: denúncia no TCU sob o nº 027.703/2008-5).
Citadas entidades têm seus diretores e presidentes escolhidos por não mais do que seis pessoas justo posicionadas no Brasil. E pasmem, estas mesmas pessoas ainda escolhem os Presidentes e Diretores das mais de 20 empresas do Grupo "Privado" Eletrobras, das mais de 30 empresas que compõem o Grupo "Privado" Petrobras, escolhem os bancos responsáveis pelo bilionário negócio de emitir ações e ADRs do Banco do Brasil, Petrobras e Eletrobras; além de escolherem os presidente e diretores do BNDES e BNDESPAR, também definem o volume de financiamento e de participação societária, no Brasil e no exterior quanto a negócios das mais importantes empresas do mundo, tais como: OI BRASILTELECOM, VALE, JBSFRIBOI, BRASIL FOODS, EMBRAER, EMBRATEL, AMBEW-INTERBEW.
Todo este poder estruturado não vem a público, exceto quando ocorre mudanças como a da VALE. De regra, tudo sequer é comentado, não merecendo notas por parte de auditorias ou mesmo dos órgãos de fiscalização. Afinal, o mesmo centro de poder também escolhe os Diretores e Presidente da CVM - Comissão de Valores Mobiliários e do Banco Central do Brasil, órgãos que a todos deveria fiscalizar.
O fato preocupa não pela VALE ou por seu ex-presidente, mas sim pelo seguinte aspecto: caso este grupo de pessoas, empresas e bancos sintam-se tentados em ajudar um ao outro, será que estarão agindo com "conflito de interesses"? E pior: e se as pessoas citadas resolvessem revelar uns aos outros suas intenções e segredos, mesmo que de boa fé, estarão violando regras de "Chinese Wall" e suas ideias podem ou não definir ou criar movimentos que estabeleçam o preço de ações e commodities de forma não natural? E quando se reúnem e organizam ou não fusões/incorporações ou serão TAG ALONGS? Basta não ser público! Se ocorrer esta hipótese, estarão cometendo crimes financeiros ou simplesmente manipulando preços e mercado? É muita dúvida acessória para um mercado de "risco".
A preocupação agiganta-se ainda mais quando se considera o fato de que os negócios realizados por empresas e investidores brasileiros despontam com peso nas Bolsas de Valores que compõe o sistema NYSE/Euronext. VALE, AMBEV, JBS FRIBOI, PETROBRAS, ELETROBRÁS, OI BRASILTELECOM e BRASILFOOD, por ex., são as maiores multinacionais do mundo em seus setores de atuacão.
Assim, quando os diretores dos citados bancos, dos 34 maiores fundos de previdência privados do Brasil (que administram os recursos de seus clientes aplicados em fundos de ações), do BNDES, do BNDESPAR resolvem, estruturadamente, aplicar recursos em ações ou participar de fusões e incorporações, que envolvem os grupos empresariais, os quais estão ligados por um centro de gestão e financiamento comum, é necessário esclarecer ao mercado que estes estão agindo organizadamente, sem nenhuma fiscalização, isenta de conflito de interesses e utilizando mais de 400 bilhões de dólares em dinheiro e estruturas patrimoniais que ultrapassam 200 bilhões de dólares.
Sem explicar como isto ocorre, sempre haverá suspeita de "conflito de interesses", violação as regras de "Chinese Wall", "Falta de Transparência" e "ausência de fiscalização imparcial". Em território estrangeiro, principalmente nos mercados diretos e de derivativos organizados em torno das operação da Bolsa de New York, tais circunstâncias, presente ou ausente a má fé, são consideradas práticas de crime por força das leis Securities Exchange Act, Sarbanes Oxley- SOX e Dodd-Frank Act.
Édison Freitas de Siqueira
Presidente do Instituto de Estudos dos Direitos do Contribuintes
efs_artigos@edisonsiqueira.com.br
www.edisonsiqueira.com.br
As circunstâncias que envolveram a saída do Presidente Roger Agnelli e a posse do Dr. Murilo Ferreira revelam algo muito mais sério. Conforme já vem sendo investigado, desde de 2008, em processos na SEC (Comissão de Valores Mobiliários dos EUA) sob os nºs 676.560.200, 323.950.536. e 207.648.893.4; na NYSE (Bolsa de Valores de Nova Iorque) nº 676.560.196 e no FBI, existem provas definitivas de que o Brasil é um mercado perigoso e pouco confiável. Os players brasileiros estão organizados de maneira que violam regras internacionais, em que pese estarem inseridos em negócios e bolsas globais.
O problema não é quem manda na VALE, mas sim o fato incontroverso de que a maior parte dos negócios feitos a partir da BOVESPA, ou mesmo as fusões e incorporações internacionais abrangendo grandes empresas brasileiras envolvem, 90% das vezes, mais de U$ 250 bilhões administrados pelos 34 maiores fundos de previdência privados do Brasil, entre eles PETROS, PREVI, FUNCEF, mais os Fundos de Investimento em Ações dos clientes da Caixa Econômica Federal (aprox.U$ 90 bilhões), os Fundos de Investimento em Ações do Banco do Brasil (aprox. U$ 120 bilhões) e os fundos de participações organizados pelo BNDESPAR e pelo BNDES (com mais de U$ 150 bilhões de capital e participações) - fonte: denúncia no TCU sob o nº 027.703/2008-5).
Citadas entidades têm seus diretores e presidentes escolhidos por não mais do que seis pessoas justo posicionadas no Brasil. E pasmem, estas mesmas pessoas ainda escolhem os Presidentes e Diretores das mais de 20 empresas do Grupo "Privado" Eletrobras, das mais de 30 empresas que compõem o Grupo "Privado" Petrobras, escolhem os bancos responsáveis pelo bilionário negócio de emitir ações e ADRs do Banco do Brasil, Petrobras e Eletrobras; além de escolherem os presidente e diretores do BNDES e BNDESPAR, também definem o volume de financiamento e de participação societária, no Brasil e no exterior quanto a negócios das mais importantes empresas do mundo, tais como: OI BRASILTELECOM, VALE, JBSFRIBOI, BRASIL FOODS, EMBRAER, EMBRATEL, AMBEW-INTERBEW.
Todo este poder estruturado não vem a público, exceto quando ocorre mudanças como a da VALE. De regra, tudo sequer é comentado, não merecendo notas por parte de auditorias ou mesmo dos órgãos de fiscalização. Afinal, o mesmo centro de poder também escolhe os Diretores e Presidente da CVM - Comissão de Valores Mobiliários e do Banco Central do Brasil, órgãos que a todos deveria fiscalizar.
O fato preocupa não pela VALE ou por seu ex-presidente, mas sim pelo seguinte aspecto: caso este grupo de pessoas, empresas e bancos sintam-se tentados em ajudar um ao outro, será que estarão agindo com "conflito de interesses"? E pior: e se as pessoas citadas resolvessem revelar uns aos outros suas intenções e segredos, mesmo que de boa fé, estarão violando regras de "Chinese Wall" e suas ideias podem ou não definir ou criar movimentos que estabeleçam o preço de ações e commodities de forma não natural? E quando se reúnem e organizam ou não fusões/incorporações ou serão TAG ALONGS? Basta não ser público! Se ocorrer esta hipótese, estarão cometendo crimes financeiros ou simplesmente manipulando preços e mercado? É muita dúvida acessória para um mercado de "risco".
A preocupação agiganta-se ainda mais quando se considera o fato de que os negócios realizados por empresas e investidores brasileiros despontam com peso nas Bolsas de Valores que compõe o sistema NYSE/Euronext. VALE, AMBEV, JBS FRIBOI, PETROBRAS, ELETROBRÁS, OI BRASILTELECOM e BRASILFOOD, por ex., são as maiores multinacionais do mundo em seus setores de atuacão.
Assim, quando os diretores dos citados bancos, dos 34 maiores fundos de previdência privados do Brasil (que administram os recursos de seus clientes aplicados em fundos de ações), do BNDES, do BNDESPAR resolvem, estruturadamente, aplicar recursos em ações ou participar de fusões e incorporações, que envolvem os grupos empresariais, os quais estão ligados por um centro de gestão e financiamento comum, é necessário esclarecer ao mercado que estes estão agindo organizadamente, sem nenhuma fiscalização, isenta de conflito de interesses e utilizando mais de 400 bilhões de dólares em dinheiro e estruturas patrimoniais que ultrapassam 200 bilhões de dólares.
Sem explicar como isto ocorre, sempre haverá suspeita de "conflito de interesses", violação as regras de "Chinese Wall", "Falta de Transparência" e "ausência de fiscalização imparcial". Em território estrangeiro, principalmente nos mercados diretos e de derivativos organizados em torno das operação da Bolsa de New York, tais circunstâncias, presente ou ausente a má fé, são consideradas práticas de crime por força das leis Securities Exchange Act, Sarbanes Oxley- SOX e Dodd-Frank Act.
Édison Freitas de Siqueira
Presidente do Instituto de Estudos dos Direitos do Contribuintes
efs_artigos@edisonsiqueira.com.br
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http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/caso-vale-troca-de-presidente-refere-se-a-fatos-investigados-na-sec-e-no-fbi-ha-mais-de-5/54200/
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quinta-feira, 5 de maio de 2011
Resultados CIEL3
Em Janeiro e Fevereiro comprei ações da Cielo e Redecard, no melhor estilo contrarian, e fiz uma mini-análise (aqui). Na época ninguem recomendava a ação, era rebaixada por todos os analistas e aparentemente iria falir com o aumento da concorrencia. Poucos meses depois ela divulga resultados bem acima dos esperados e vem sendo destaque de alta na Bovespa, junto com a redecard.
DESTAQUES 1T11
- Volume financeiro de transações totalizou R$ 70,2 bilhões, aumento de 19,5% em relação ao 1T10 e redução de 5,2% em comparação ao 4T10;
- Receita operacional + antecipação de recebíveis líquida totalizou R$ 1,082 bilhão, aumento de 6,1% em relação ao 1T10 e redução de 5,7% em relação ao 4T10;
- EBITDA ajustado de R$ 684,3 milhões, redução de 4,1% em relação ao 1T10 e de 4,4% em relação ao 4T10;
- Margem EBITDA ajustada de 63,2%, redução de 6,8 pontos percentuais em comparação ao 1T10 e aumento de 0,8 ponto percentual em relação ao 4T10;
- Lucro líquido totalizou R$ 424,7 milhões, redução de 3,5% em relação ao 1T10 e de 4,2% em relação ao 4T10;
- Margem de lucro líquido de 39,2%, redução de 4,0 pontos percentuais em relação ao 1T10 e crescimento de 0,6 ponto percentual em comparação ao 4T10;
- Parceira para capturar as bandeiras Mais!, Bônus CBA, Cabal Vale, Verocheque, Banescard, Sodexo e Sapore; início da captura e processamento da bandeira Elo, em abril;
- Aprovada na Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária no dia 29/04/2011 a proposta de aumento de capital social via bonificação em ações de 20% e posterior grupamento na proporção de 3 ações para 1.
Parabens a quem investiu. Ganhou bem em um período que a bolsa só caiu.
Abs
DESTAQUES 1T11
- Volume financeiro de transações totalizou R$ 70,2 bilhões, aumento de 19,5% em relação ao 1T10 e redução de 5,2% em comparação ao 4T10;
- Receita operacional + antecipação de recebíveis líquida totalizou R$ 1,082 bilhão, aumento de 6,1% em relação ao 1T10 e redução de 5,7% em relação ao 4T10;
- EBITDA ajustado de R$ 684,3 milhões, redução de 4,1% em relação ao 1T10 e de 4,4% em relação ao 4T10;
- Margem EBITDA ajustada de 63,2%, redução de 6,8 pontos percentuais em comparação ao 1T10 e aumento de 0,8 ponto percentual em relação ao 4T10;
- Lucro líquido totalizou R$ 424,7 milhões, redução de 3,5% em relação ao 1T10 e de 4,2% em relação ao 4T10;
- Margem de lucro líquido de 39,2%, redução de 4,0 pontos percentuais em relação ao 1T10 e crescimento de 0,6 ponto percentual em comparação ao 4T10;
- Parceira para capturar as bandeiras Mais!, Bônus CBA, Cabal Vale, Verocheque, Banescard, Sodexo e Sapore; início da captura e processamento da bandeira Elo, em abril;
- Aprovada na Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária no dia 29/04/2011 a proposta de aumento de capital social via bonificação em ações de 20% e posterior grupamento na proporção de 3 ações para 1.
Parabens a quem investiu. Ganhou bem em um período que a bolsa só caiu.
Abs
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Ações
terça-feira, 3 de maio de 2011
Realocação
Com estas últimas quedas na bolsa chegou o ponto de fazer uma realocação no meu portfolio. Acabei optando por vender a minha posição no fundo imobiliário FMOF11. Na verdade cansei do ativo; depois de ficar com alguns andares vagos ficou com rendimento menor que a poupança, já por vários meses e não vem conseguindo relocar até o momento. Mandei um email pro RI no mês passado - eles falaram que estavam tentando relocar mas por enquanto não havia ainda nada definido; então optei por sair com lucro mínimo. Acho que a bolsa no nível atual está bem mais atrativa.
Venda de 139 cotas do FMOF11 a R$ 106,01;
Compras:
- 100 PETR4 a R$ 25,5 (havia vendido um pouco em janeiro por R$ 27,64);
- 200 OGXP3 a R$ 15,98
- 100 CSNA3 a R$ 22,76
- 100 CSMG3 a R$ 28,20
- 300 GRND3 a R$ 9,27
Fiquei um pouco abaixo da minha alocação padrão em Fundos Imobiliários (30%) mas aos poucos vou refazendo. Vamos ver como é que a bolsa se comporta. Será que esta queda continua?? O que acham?
Abs
Venda de 139 cotas do FMOF11 a R$ 106,01;
Compras:
- 100 PETR4 a R$ 25,5 (havia vendido um pouco em janeiro por R$ 27,64);
- 200 OGXP3 a R$ 15,98
- 100 CSNA3 a R$ 22,76
- 100 CSMG3 a R$ 28,20
- 300 GRND3 a R$ 9,27
Fiquei um pouco abaixo da minha alocação padrão em Fundos Imobiliários (30%) mas aos poucos vou refazendo. Vamos ver como é que a bolsa se comporta. Será que esta queda continua?? O que acham?
Abs
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Performance Abril/2011
O mês de Abril foi bem agitado, com o Ibovespa caindo -3,58%. A economia brasileira se encontra em uma situação delicada com inflação alta, um real muito valorizado, pressionando as exportações e a balança comercial e uma taxa de juros alta e que possivelmente vai precisar subir mais. Estes fatores acabam afetando quase todas as empresas da bolsa. Neste cenário difícil o meu portfolio rendeu -0,89%.
Este mês apliquei R$ 3.175,00 no portfolio. Destes R$ 675,00 foram para pagar imposto de renda sobre a venda do ouro no mês anterior.
Renda Fixa - Fundo DI
Aplicação: R$ 1.000,00
Rendimento: R$ 1.372,89 / 0,803%
Patrimônio: R$ 164.284,01
Fundos Imobiliários (FII)
Não foi realizado nenhuma operação.
Alocação:
Alugueis: R$ 1.325,65 / 0,80%
(Des) Valorização: -1,00%
Total: -0,2%
Saldo Final: R$ 163.753,00
Ações
Vendas: 200 ELPL4 à R$ 38,19; com lucro de 10,4%
Compras: 200 RAPT3 a R$ 9,79; 1000 FJTA4 à R$ 3,93; 800 CARD3 à R$ 5,05;
Alocação no fim do mês:
Dividendos / JCP: R$ 413,57 (0,25%)
(Des) Valorização: -2,85%
Total: -2,6%
Saldo Final: R$ 161.187,80
Carteira
Renda Passiva (Juros + Dividendos/JCP + Alugueis): R$3.112,11 (0,63%)
Rendimento Total: -0,89%
Patrimônio e Alocação Final:
Resultados Mensais consolidados:
A bolsa tem sido o pior investimento nos últimos 11 meses e o melhor tem sido os Fundos Imobiliários.
Retorno das Ações em 2011: 2,17%
Retorno da carteira em 2011: 1,03%
Comentários
Os resultados deste mês foram razoáveis devido a forte queda da bolsa; contudo, pelo 4º mês consecutivo minha carteira de ações superou o Ibovespa. No consolidado dos últimos 11 meses a minha carteira de ações está acima do BOVA11 e do PIBB11, o que considero um excelente resultado (depois publico o comparativo). Analisando o rendimento passivo com juros/Dividendos/JCP/Alugueis vem em ascenção e no próximo mês deve ser bem maior. E o rendimento da carteira no longo prazo, analisando os últimos meses (ver tabela) vem superando o CDI (>140% CDI).
Rumo aos 500k!
Abs.
Este mês apliquei R$ 3.175,00 no portfolio. Destes R$ 675,00 foram para pagar imposto de renda sobre a venda do ouro no mês anterior.
Renda Fixa - Fundo DI
Aplicação: R$ 1.000,00
Rendimento: R$ 1.372,89 / 0,803%
Patrimônio: R$ 164.284,01
Fundos Imobiliários (FII)
Não foi realizado nenhuma operação.
Alocação:
Alugueis: R$ 1.325,65 / 0,80%
(Des) Valorização: -1,00%
Total: -0,2%
Saldo Final: R$ 163.753,00
Ações
Vendas: 200 ELPL4 à R$ 38,19; com lucro de 10,4%
Compras: 200 RAPT3 a R$ 9,79; 1000 FJTA4 à R$ 3,93; 800 CARD3 à R$ 5,05;
Alocação no fim do mês:
Dividendos / JCP: R$ 413,57 (0,25%)
(Des) Valorização: -2,85%
Total: -2,6%
Saldo Final: R$ 161.187,80
Carteira
Renda Passiva (Juros + Dividendos/JCP + Alugueis): R$3.112,11 (0,63%)
Rendimento Total: -0,89%
Patrimônio e Alocação Final:
Resultados Mensais consolidados:
A bolsa tem sido o pior investimento nos últimos 11 meses e o melhor tem sido os Fundos Imobiliários.
Retorno das Ações em 2011: 2,17%
Retorno da carteira em 2011: 1,03%
Comentários
Os resultados deste mês foram razoáveis devido a forte queda da bolsa; contudo, pelo 4º mês consecutivo minha carteira de ações superou o Ibovespa. No consolidado dos últimos 11 meses a minha carteira de ações está acima do BOVA11 e do PIBB11, o que considero um excelente resultado (depois publico o comparativo). Analisando o rendimento passivo com juros/Dividendos/JCP/Alugueis vem em ascenção e no próximo mês deve ser bem maior. E o rendimento da carteira no longo prazo, analisando os últimos meses (ver tabela) vem superando o CDI (>140% CDI).
Rumo aos 500k!
Abs.
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Carteira Mensal
terça-feira, 26 de abril de 2011
Novas Small Caps: CARD3 e FJTA4
Uma das minhas metas no inicio do ano era investir mais em small caps. A idéia é investir em small caps baseado em análise fundamentalista, especialmente de empresas que estejam baratas e tenham bons fundamentos. O baratas se traduz em múltiplos de P/L, P/VPA e PSR não muito altos. Os bons fundamentos são principalmente um bom ROE/ROIC, dívida controlada e crescimento da receita acima do PIB. Obviamente achar empresas boas e baratas é bem difícil e, por isto, é necessário fazer algumas concessões. É preciso estar bem atento pois geralmente quando uma empresa boa está barata é por que ela ou o setor está passando por alguma dificuldade. Esta é a essência da estratégia de "valor". Procurar empresas que estejam desvalorizadas devido a algum problema temporário, acreditando em uma futura recuperação. É importante salientar que esta estratégia é de maior risco pois a recuperação pode ou não ocorrer. Assim fazer isto com toda a carteira (a não ser que seja muito pequena) e concentrar em poucos empresas é muito perigoso. Qual a melhor saída para gerenciar este risco? A melhor solução é reservar apenas uma parte da carteira para small caps, dentro de uma carteira de ações de blue chips, ter uma boa diversificação e montar a posição aos poucos no ativo.
Comecei 2011 com 500 ações da Eletropaulo. No mês passado após a divulgação dos dividendos comprei mais 300 ações a R$ 34,58 apostando em uma valorização pré-dividendos, totalizando 800 ações. Deu certo. Ontem vendi então 200 ações da ELPL4 a R$ 38,19 com lucro de 10,4%. As outras 100 ações vou manter no meu portfolio de longo prazo. Se a ELPL4 voltar a cair muito depois dos dividendos posso voltar a comprar. Com este dinheiro inicei uma posição em 2 novas empresas que acredito se encaixarem no perfil descrito acima de small caps "value":
1) Compra de 800 ações da CSU Cardsystem (CARD3) a R$ 5,05
Dados Fundamentalistas (site Fundamentus): P/L 7,3; P/VPA 1,58; PSR 0,63; EV/EBTIDA 4,62; DY 4,4%; ROE 21,7%; crescimento das receitas (5a): 5,3%; Div./PL 0,35
2) Compra de 1000 ações da Forja Taurus (FJTA4) a R$ 3,93
P/L 7,28; P/VPA 1,11; PSR 0,76; EV/EBTIDA 5,57; DY 4,3%; ROE 15,3%; crescimento das receitas (5a): 15,6%; Div/PL 0,71
PS.: Tem muitas empresas com preços interessantes na bolsa.
Abs
Comecei 2011 com 500 ações da Eletropaulo. No mês passado após a divulgação dos dividendos comprei mais 300 ações a R$ 34,58 apostando em uma valorização pré-dividendos, totalizando 800 ações. Deu certo. Ontem vendi então 200 ações da ELPL4 a R$ 38,19 com lucro de 10,4%. As outras 100 ações vou manter no meu portfolio de longo prazo. Se a ELPL4 voltar a cair muito depois dos dividendos posso voltar a comprar. Com este dinheiro inicei uma posição em 2 novas empresas que acredito se encaixarem no perfil descrito acima de small caps "value":
1) Compra de 800 ações da CSU Cardsystem (CARD3) a R$ 5,05
Dados Fundamentalistas (site Fundamentus): P/L 7,3; P/VPA 1,58; PSR 0,63; EV/EBTIDA 4,62; DY 4,4%; ROE 21,7%; crescimento das receitas (5a): 5,3%; Div./PL 0,35
2) Compra de 1000 ações da Forja Taurus (FJTA4) a R$ 3,93
P/L 7,28; P/VPA 1,11; PSR 0,76; EV/EBTIDA 5,57; DY 4,3%; ROE 15,3%; crescimento das receitas (5a): 15,6%; Div/PL 0,71
PS.: Tem muitas empresas com preços interessantes na bolsa.
Abs
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